sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Vou deixar o Brasil…




Em reportagem recente, a Folha de S.Paulo, com base em pesquisa realizada recentemente, declarou-se que a maioria (62%) dos jovens brasileiros entre 15 e 25 anos gostaria de deixar o Brasil. Este desejo não é apenas um sonho, mas se traduz em um êxodo de brasileiros que é cada vez maior. O primeiro país escolhido é os Estados Unidos, em segundo lugar está Portugal, seguido de perto por outros países europeus ou Austrália e Nova Zelândia. Quanto mais formação e maior nível econômico, maior a vontade de deixar o Brasil.
A principal motivação para a partida é a desesperança quanto ao futuro, tanto do ponto de vista político como do econômico. Segundo alguns analistas, além da frustração com a realidade no Brasil, um dos fatores que motiva o desejo de mudança é a facilidade de realizá-la. Este é um dos motivos que faz de Portugal um dos principais destinos pretendidos. Outro fator que contribui é a própria acessibilidade a informações. Hoje é possível, pela internet, ver até mesmo as condições de moradia que estão sendo oferecidas. Outros analistas declaram que a maioria dos que partem retornam após alguns anos, embora não existam dados concretos a respeito deste fluxo.
Muitos de nós conhecemos alguém que já foi ou pelo menos gostaria muito de sair do Brasil. É natural que cada um de nós também considere se esta é uma opção para si mesmo. Sem dúvida a situação é difícil e as perspectivas não são promissoras. Mesmo em uma época de campanhas eleitorais, quando cada candidato deveria apresentar sua melhor proposta, o futuro apresentado não tem nos dado muita esperança.
Muitos de nós conhecemos alguém que já foi ou pelo menos gostaria muito de sair do Brasil.
É claro que não se pode encontrar erro em alguém que decide partir ou ficar. Mas esta não parece ser a questão central. O que preocupa neste quadro é: realmente não importa para o cristão ficar no Brasil ou deixá-lo? Uma questão paralela é onde está nossa esperança, mas disso trataremos em outro momento. Porém, e a questão de como, enquanto seguidores de Jesus, devemos encarar este êxodo de brasileiros, tanto com relação a outros como com relação a si mesmo? Qual o papel do cristão diante deste quadro?

O Valor da Palavra Empenhada



Uma devida análise jurídica está além da minha capacidade, mas apenas com o intuito de relembrar os leigos, a Lei Complementar nº 135 de 2010, mais conhecida como Lei da Ficha Limpa, foi resultado de uma longa campanha que colheu mais de um milhão e meio de assinaturas. Esta lei foi aprovada no Congresso no primeiro semestre de 2010 e sancionada pelo então presidente Lula em 4 de junho de 2010. Diante de contestações, em fevereiro de 2012 o STF decidiu que a mesma era compatível com a constituição.
Este resumo é amplamente documentado. O que gerou tumulto nas últimas semanas foi a aplicação desta lei sobre aquele que é, talvez, o mais conhecido personagem político nestas eleições. Uma vez condenado em segunda instância e por órgão colegiado, Lula tornou-se inelegível por oito anos, segundo a lei que ele mesmo sancionou. Peço que, por um momento, você suspenda sua avaliação pessoal da condenação do ex-presidente. O debate tem sido sobre a possibilidade deste candidato concorrer sub judice, o que significa concorrer sob a condição de que sua condenação possa vir a ser revertida no STF. A decisão do Tribunal Superior Eleitoral desta sexta-feira encerrou este estágio da discussão.
É curioso, embora não surpreendente, que os mesmos agentes que tenham lutado pela aprovação dessa lei venham agora buscar subterfúgios ou brechas que permitam a um indivíduo esquivar-se da mesma. E, deixe-me acrescentar rapidamente, manobras assim são comuns a políticos tanto da esquerda como da direita. Quantas vezes um candidato promete em campanha que, se for eleito, cumprirá seu mandato até o final somente para no meio do mesmo romper abertamente seu compromisso anterior com o argumento passageiro de que isso faz parte do “jogo político”? Seja com respeito à impugnação de uma candidatura, seja com respeito a quebrar promessas de campanha, seja com respeito a mudar compromissos assumidos, como sociedade estamos sofrendo de uma profunda crise de integridade.

A Bíblia fala de política?


Vamos refletir alguns versículos bíblicos que se aplicam à política:

1- Cuidado ao escolher governantes

Deuteronômio 17.14-20
"Quando entrares na terra que te dá o SENHOR, teu Deus, e a possuíres, e nela 
habitares, e disseres: Estabelecerei sobre mim um rei, como todas as nações que se 
acham em redor de mim,estabelecerás, com efeito, sobre ti como rei aquele que o 
SENHOR, teu Deus, escolher; homem estranho, que não
seja dentre os teus irmãos, não estabelecerás sobre ti, e sim um dentre eles.
Porém este não multiplicará para si cavalos, nem fará voltar o povo ao Egito, 
para multiplicar cavalos; pois o SENHOR vos disse: Nunca mais voltareis por 
este caminho.
Tampouco para si multiplicará mulheres, para que o seu coração se não desvie; 
nem multiplicará muito para si prata ou ouro.
Também, quando se assentar no trono do seu reino, escreverá para si um traslado
 desta lei num livro, do que está diante dos levitas sacerdotes.
E o terá consigo e nele lerá todos os dias da sua vida, para que aprenda a temer 
o SENHOR, seu Deus, a fim de guardar todas as palavras desta lei e estes estatutos,
 para os cumprir.
Isto fará para que o seu coração não se eleve sobre os seus irmãos e não se aparte do
 mandamento, nem para a direita nem para a esquerda; de sorte que prolongue os 
dias no seu reino, ele e seus filhos no meio de Israel".
Este texto nos ensina que o governante que devemos escolher precisa ser uma pessoa
 que tenha temor de Deus e que não vá se envaidecer ao ponto de usar o poder para 
construir um império pessoal.
O profeta Samuel advertiu severamente ao povo sobre os direitos de um governante 
antes de ungir seu primeiro rei (I Samuel 8.5-22). Sabemos que muito do que o profeta
 avisou aconteceu, mas o povo não quis dar ouvidos.
Então o candidato de um cristão deve ser uma pessoa que tenha referencial de família, 
experiência administrativa, modéstia quanto aos bens materiais, humildade e 
principalmente que se preocupe com o bem da comunidade.

2- Respeito às autoridades

Tito 3.1  

Lembra-lhes que se sujeitem aos que governam, às autoridades; sejam obedientes, 
estejam prontos para toda boa obra,

Romanos 13.1-5
 Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que 
não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas.
De modo que aquele que se opõe à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que
 resistem trarão sobre si mesmos condenação.
Porque os magistrados não são para temor, quando se faz o bem, e sim quando se faz
 o mal. Queres tu não temer a autoridade? Faze o bem e terás louvor dela,
visto que a autoridade é ministro de Deus para teu bem. Entretanto, se fizeres o mal,
 teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador,
 para castigar o que pratica o mal.
É necessário que lhe estejais sujeitos, não somente por causa do temor da punição, mas
 também por dever de consciência.

I Pedro 2.13-17
 Sujeitai-vos a toda instituição humana por causa do Senhor, quer seja ao rei, como
 soberano, quer às autoridades, como enviadas por ele, tanto para castigo dos malfeitores
 como para louvor dos que praticam o bem.
Porque assim é a vontade de Deus, que, pela prática do bem, façais emudecer a ignorância
 dos insensatos; como livres que sois, não usando, todavia, a liberdade por pretexto da 
malícia, mas vivendo como servos de Deus.
Tratai todos com honra, amai os irmãos, temei a Deus, honrai o rei.
Todo cristão deve respeitar às autoridades políticas. Então antes de escolher o candidato
 é importante saber se é uma pessoa digna de respeito. Alguém que respeita o seu próximo,
 a família, à comunidade e principalmente aqueles que sofrem para lutar por justiça em
 seu favor.

3- O dever de orar pelos governantes

I Timóteo 2.1-3

Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações 
de graças, em favor de todos os homens,
em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos 
vida tranqüila e mansa, com toda piedade e respeito.
Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador,
Como cristãos temos a tarefa de interceder pelos governantes (II Crônicas 7.14). Mas não 
devemos deixar isso para depois das eleições. Agora é a hora de interceder pelo povo
pedindo que Deus nos dê sabedoria para escolher governantes justos.

3- Pagar impostos

Lucas 20.25
Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.

Romanos 13.6,7 
Por esse motivo, também pagais tributos, porque são ministros de Deus,
atendendo, constantemente, a este serviço. Pagai a todos o que lhes é devido: a quem
 tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem respeito, respeito; a quem honra, 
honra.
O cristão deve saber que é seu dever pagar impostos. Sabemos que as taxas cobradas 
atualmente são altas e por isso precisamos saber qual a proposta de arrecadação para 
seu governo.

4- Leis justas

Isaías 10. 1-2. 
“Ai dos que decretam leis injustas e dos escrivães que escrevem perversidade para 
prejudicar os pobres em juízo e para arrebatarem os direitos dos aflitos do meu povo, 
para despojarem as viúvas e para roubarem os órfãos.”

Salmos 94.20 
Pode, acaso, associar-se contigo o trono da iniquidade, o qual forja o mal, tendo uma lei
 por pretexto?
É preciso estudar o plano de governo do candidato para ver suas propostas para os 
problemas da sociedade. Quais leis esta pessoa defende e qual seu princípio ético e 
moral são fatores determinantes antes de escolher um candidato. Por exemplo, deve-se
 perguntar o que a pessoa acha do aborto, casamento gay e outros temas polêmicos.

5- Justiça

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Deus não faz acepção de pessoas. Não mesmo, mas não é simples assim



A Bíblia nos diz que Deus não faz acepção de pessoas. Acontece que muitos distorcem esse ensino, afirmando que, por isso, Deus ama a todos, e Cristo morreu por todos. A lógica é a seguinte: se Deus não faz acepção de pessoas, não escolheu uns e rejeitou outros; e Cristo não pode ter morrido na cruz apenas para salvar uma parte da humanidade, mas o seu caráter expiatório favoreceu a todos os homens indistintamente. Caberia ao homem apossar-se dessa salvação ou não.

A questão é como uma bola de neve: quanto mais se parte de um pressuposto falacioso, e se tenta justificá-lo, mais a mentira ganha corpo, e acaba por se distanciar sobremaneira da verdade. Por fim, não mais como uma pequena bola mas uma avalanche, se volta contra o tolo, a soterrá-lo em meio a uma profusão de equívocos. Resta-nos uma pergunta: então, qual é a verdade?

Os versos que muitos se utilizam para argumentar que Deus ama a todos indistintamente, e por isso não faz acepção de pessoas são: "Porque, para Deus, não há acepção de pessoas" [Rm 2.11]; e, ainda: "Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas" [At 10.34]. Ora, isoladamente, os versos parecem corroborar o pensamento vigente entre os religiosos atuais, ao ponto em que não seria difícil chegar-se à conclusão universalista, a qual assevera que todos serão salvos, até mesmo o diabo e seus anjos, e o inferno é uma simples metáfora das contradições existentes na criação [1]. Esse seria o grand-finale de todo um pensamento confuso, ilusório e não-bíblico, se fosse verdade. Mas, felizmente, não é.

Assim, o que esses versos querem dizer?

No primeiro, Paulo nos mostra a imparcialidade de Deus. Explicando que ninguém pode se considerar inescusável diante dele, e apelar para a inocência por não conhecê-lo e a sua lei; visto a ignorância não ser argumento de defesa para o pecador, "porque todos os que sem lei pecaram, sem lei também perecerão; e todos os que sob a lei pecaram, pela lei serão julgados" [Rm 2.12].

Ao perguntar: "Por quê? Somos nós mais excelentes?"; Paulo respondeu: "De maneira alguma", evidenciando que não há distinção entre os homens, e para Deus todos são iguais, pois tanto judeus como gentios estão debaixo do pecado [Rm 3.9]. "Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus" [Rm 3.23]; não há um justo sequer, não há quem entenda ou busque a Deus. Todos se extraviaram, e se fizeram inúteis. "Não há quem faça o bem, não há nem um só" [Rm 3.10-12]. Portanto nenhum de nós merece piedade diante dele; ninguém é melhor aos seus olhos; pelo contrário, todos somos iguais, ímpios, maus, rebeldes, insolentes, escória, indignos até mesmo de existir; e somente não somos consumidos por causa da sua misericórdia, que não tem fim [Lm 3.22].

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Corrupção - O que significa



O que é Corrupção:

Corrupção é o efeito ou ato de corromper alguém ou algo, com a finalidade de obter vantagens em relação aos outros por meios considerados ilegais ou ilícitos.
Etimologicamente, o termo "corrupção" surgiu a partir do latim corruptus, que significa o "ato de quebrar aos pedaços", ou seja, decompor e deteriorar algo. 
A ação de corromper pode ser entendida também como o resultado de subornar, dando dinheiro ou presentes para alguém em troca de benefícios especiais de interesse próprio.
A corrupção é um meio ilegal de se conseguir algo, sendo considerada grave crime em alguns países. Normalmente, a pratica da corrupção está relacionada com a baixa instrução política da sociedade, que muitas vezes compactua com os sistemas corruptos. 
A corrupção na política pode estar presente em todos os poderes do governo, como o Legislativo, Judiciário e Executivo. No entanto, a corrupção não existe apenas na política, mas também nas relações sociais humanas, como o trabalho, por exemplo. 
Ver também: significado de Propina.
Para que se configure a corrupção, são precisos no mínimo dois atores: o corruptor e o corrompido, além do sujeito conivente e o sujeito irresponsável, em alguns casos.
  • Corruptor: aquele que propõe uma ação ilegal para benefício próprio, de amigos ou familiares, sabendo que está infringindo a lei;
  • Corrompido: aquele que aceita a execução da ação ilegal em troca de dinheiro, presentes ou outros serviços que lhe beneficiem. Este indivíduo também sabe que está infringindo a lei;
  • Conivente: é o indivíduo que sabe do ato de corrupção, mas não faz nada para evitá-lo, favorecendo o corruptor e o corrompido sem ganhar nada em troca. O sujeito conivente também pode ser atuado e acusado no crime de corrupção, segundo prevê o artigo 180 da Convenção Federal do Brasil;
  • Irresponsável: é alguém que normalmente está subordinado ao corrompido ou corruptor e executa ações ilegais por ordens de seus superiores, sem ao menos saber que esses atos são ilegais. O sujeito irresponsável age mais por amizade do que por profissionalismo;
A corrupção ainda pode significar o desvirtuamento e a devassidão de hábitos e costumes, tornando-os imorais ou anti-éticos, por exemplo.

Fraude Eleitoral



Fala-se muito sobre fraude eleitoral, elas existem? Vão aqui alguns exemplos:

Tipos de fraude eleitoral

A estrutura do processo eleitoral pode ser dividida em cinco etapas distintas:
  • o cadastramento ou alistamento de eleitores,
  • registro,
  • a votação,
  • a apuração e,
  • o total de pessoas
Existe a possibilidade de ocorrência de fraudes eleitorais em uma ou mais etapas do processo. Considerando os dois sistemas de votação existentes, as técnicas de fraude eleitoral mais comum são:

Votação Manual

  • Eleitorado fantasma: incluir nomes de eleitores inexistentes no Cadastro Nacional de Eleitores, ou manter como ativos eleitores já falecidos, para que de alguma forma alguém, de carne-e-osso, vote no lugar deles (Voto fantasma).
  • Substituição de eleitores: consiste em fazer com que uma pessoa vote em lugar de outra ou outras, por exemplo, passando por pessoas falecidas.
  • Compra de votos ou coacção sobre eleitores para impedir que livremente elejam candidatos ou opções propostas na votação.
  • Roubo de urnas eleitorais ou boletins eleitorais antes de serem devidamente apurados e contados.
  • Adulteração das actas eleitorais modificando os números dos resultados reais.
  • Substituição de boletins eleitorais, actas, etc.
  • Introdução de boletins pré-preenchidos nas urnas
  • Quebra de corrente propositada fazendo com que os sistemas de cálculo eletrônicos possam ser manipulados através da substituição de valores em bases de dados.
  • Suborno das pessoas que contam os votos.

Votação Eletrônica

São possíveis as seguintes modalidades de fraudes potenciais em votação eletrônica:
  • O eleitor fantasma - idem à fraude em votação manual
  • Clonagem de urnas eletrônicas - adulteração das "Tabelas de Correspondência Esperadas" para permitir a introdução de resultados falsos produzidos em urnas normais que não seriam utilizadas na eleição.
  • Voto-de-cabresto pós-moderno - coação de eleitores sob o argumento de que o voto nas urnas eletrônicas serão identificados.
  • Compra de votos - idem votação manual. O eleitor coagido é induzido a fotografar a tela da urnas eletrônica para comprovar o voto.
  • Engravidar urnas ou fraude do mesário - os mesários inserem votos no lugar de eleitores ausentes. Possível mesmo com as urnas biométricas.
  • Eleitor Anulado - o mesário anula o voto que faltam para eleitores que demoraram muito (mais de um minuto, por exemplo) a completar a votação.
  • Candidato nulo - os operadores do sistema "esquecem" de incluir o registro do candidato no sistema. O candidato não será eleito.
  • Candidato de protesto - ver voto de protesto - candidato peculiar inscrito para atrair o antigo voto de protesto que não é mais possível com as urnas eletrônicas.
  • Adulteração do programas (software) das urnas - se a adulteração for feita pelos próprios programadores do sistema, fica impossível de ser detectada.
  • Voto cantado - provocar a falha na leitura dos disquetes de resultados, para substituir esses resultados por outros produzidos no sistema de Voto Cantado que é usado após a eleição.
  • Ataque final - adulteração do banco de dados com os resultados (pode deixar muitas pistas).

Ver também


Fonte: 

Wikipedia

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

No Final, Todos Vão para o Céu?










O universalismo tem diversas variantes – algumas reportam-se mais à Bíblia que outras. Um ponto, porém, é comum a todos os universalistas, a saber: a ideia de que ao final de tudo, quando Deus for “tudo em todos”, Ele também terá reconciliado tudo e todos consigo mesmo. Em outras palavras: ao término, não haverá mais pessoas perdidas nem anjos caídos, mas todas as criaturas estarão salvas por Jesus Cristo – inclusive aquelas que O rejeitaram. Diante do contexto geral da Bíblia, essa noção universalista precisa ser decididamente rejeitada. As razões são as seguintes:Por mais atraente que essa ideia possa ser do ponto de vista humano, ela não passa de filosofia e especulação cristã que vai além da Palavra revelada de Deus. Paulo nos adverte enfaticamente: “Tenham cuidado para que ninguém os escravize a filosofias vãs e enganosas, que se fundamentam nas tradições humanas e nos princípios elementares deste mundo, e não em Cristo” (Cl 2.8). E em outra passagem ele afirma: “Destruímos argumentos e toda pretensão que se levanta contra o conhecimento de Deus e levamos cativo todo pensamento, para torná-lo obediente a Cristo” (2Co 10.5).

Vou deixar o Brasil…

Em reportagem recente, a  Folha de S.Paulo , com base em pesquisa realizada recentemente, declarou-se que a maioria (62%) dos jovens bra...