quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Jerusalém, Capital de Israel



A decisão do presidente dos Estados Unidos de assinar o reconhecimento oficial da cidade de Jerusalém como a capital de Israel, além de ser o cumprimento de uma promessa de campanha, foi também uma atitude que lavou a moral do povo americano na falta de seus presidentes desde 1995, quando foi proposto esse reconhecimento através da lei: “Jerusalem Embassy Act” de 1995, aprovada por 93 votos a 5 no Senado, e por 374 votos a 37 na Câmara de Representantes.
Segue um trecho dessa lei: “Desde 1950, a cidade de Jerusalém tem sido a capital do Estado de Israel (…). De 1948 a 1967, Jerusalém foi uma cidade dividida e cidadãos israelenses de todas as crenças, bem como cidadãos judeus de todos os Estados, tiveram negado seu acesso a locais sagrados controlados pela Jordânia. Em 1967, a cidade de Jerusalém foi reunificada durante a Guerra dos 6 Dias. Desde então, Jerusalém tem sido uma cidade administrada por Israel, e pessoas de todas as crenças religiosas tem tido assegurado acesso total a todos os locais sagrados dentro da cidade. Esse ano marca o 28º ano consecutivo em que Jerusalém tem sido administrada como uma cidade unificada, em que os direitos de todas as crenças tem sido respeitados e protegidos”.
Portanto, a lei americana de 1995, que foi cabalmente cumprida nesse dia 06 de dezembro,  já reconhecia Jerusalém como capital de Israel e autorizava a transferência da embaixada dos EUA em Israel para Jerusalém. No entanto ela foi preterida sistematicamente por Clinton, Bush e Obama, levando 22 anos para ser cumprida.
As declarações de Donald Trump em seu discurso destacou a posição de Israel entre as nações: “Israel é uma nação soberana e tem o direito”, não deixou de fora a importância da Cidade Santa para os judeus, cristãos e muçulmanos e enfatizou Israel como um exemplo de democracia (diga-se de passagem a única do tipo no Oriente Médio): “Jerusalém não é somente o coração de três grandes religiões, mas é também o coração de uma das mais bem-sucedidas democracias do mundo”. Ainda preciso destacar o que o presidente norte-americano chamou de óbvio: “Finalmente reconhecemos o óbvio: Jerusalém é a capital de Israel. É um reconhecimento da realidade. É o certo a se fazer e precisa ser feito.” E por último o presidente reafirmou que sua decisão não pretende acabar com o compromisso de um acordo de paz envolvendo ambos os povos em conflito na Terra Santa: “Queremos um acordo que seja ótimo para israelenses e palestinos”.



29 de Novembro de 1947: Um Marco na História de Israel


Em muitas cidades israelenses, encontra-se uma rua chamada Kaf-Tet-BeNovember (= “29 de novembro”), porque nesse dia, em 1947, as Nações Unidas votaram no plano de partição da Palestina.
Em maio de 2018 Israel comemorará o seu 70º Dia da Independência. Mas neste ano ainda há um outro evento que muitos veem como um dos marcos mais importantes no caminho para a fundação do Estado judeu. Há 70 anos atrás, no dia 29 de novembro de 1947, muitos da comunidade judaica na terra de Israel, de apenas 600 mil pessoas, reuniram-se em lugares públicos para ouvir a votação pelo rádio. Muitos estavam contando entusiasmados os votos “sim”. Era claro para todos que a renúncia do mandato britânico, estabelecido pela Liga das Nações em 1922, aproximou a fundação futura de um Estado judeu. Desiludido, o Reino Unido devolveu o mandato da região para as Nações Unidas (ONU) em fevereiro de 1947. A ONU havia sido fundada na sequência do fracasso da Liga das Nações, imediatamente após a Segunda Guerra Mundial.
Como mandante, os britânicos esperavam encontrar uma solução para o “problema da Palestina”. Mas, em vez disso, o potencial de conflito aumentou. Por um lado, os judeus estavam com o sombrio capítulo do Holocausto nas memórias e, do outro, eles precisavam assistir a tudo com grande frustação, pois inúmeros sobreviventes estavam presos na Europa porque os britânicos continuaram a mantê-los longe da sua terra. Aconteceram tragédias, como a odisseia dos sobreviventes do Holocausto no navio Exodus. O Yishuv – o assentamento judeu no Israel pré-Estado – tornou-se bem estabelecido no país e contribuiu significativamente para a construção de uma infraestrutura moderna. Ela inclui escolas e instituições de ensino superior, hospitais, grandes empresas bem como empresas de eletricidade e água, mas também a Orquestra Filarmônica de Israel. Ao mesmo tempo, houve ondas de ataques de assaltos sangrentos e maciços por residentes árabes. Mas o lado árabe também parecia frustrado com a situação: embora eles eram superiores em número aos judeus que viviam na região, com cerca de 1,2 milhão de habitantes, os árabes se sentiram reajustados, traídos e vendidos. Também estavam desencorajados devido ao contínuo controle estrangeiro por uma grande potência. Afinal, eles não haviam lutado contra a ocupação otomana apenas para ver seu próprio destino ser dirigido novamente por outro poder.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Os Direitos Humanos na perspectiva bíblica


Temos que reconhecer a dificuldade em definir exatamente o que são os direitos humanos. Alguns poderiam assumir que a noção de “direitos humanos” se explica por si mesma e é universalmente compreendida. No entanto, a compreensão dos direitos humanos tem mudado profundamente através dos anos e difere amplamente de uma sociedade a outra e ainda de um grupo social a outro.

 Definir os direitos humanos é uma mostra, para muitos, das agudas divisões políticas de nosso tempo. Porque os direitos humanos se fundamentam na pressuposição do valor, da integridade e da dignidade individual. Por isso se pressupõe, também, que cada pessoa tem, pelo menos, direito a três liberdades individuais: liberdade de consciência liberdade da opressão e exploração e, finalmente, a liberdade de viver propriamente uma vida humana.

 Talvez, e de uma maneira muito simples, poderíamos pensar deles como a forma correta de tratar aos seres humanos. E falo isso porque, sem dúvida, a luta pelos direitos humanos aparece como uma resposta às maldades humanas – terrorismo, perseguição por parte dos estados-, que leva aos perseguidos a fugir e procurar ajuda e apoio, assim, como ações opressivas, excludentes e marginalizantes por parte daqueles no poder, sejam eles poderes civis ou religiosos.

 Desta maneira, os direitos humanos estão focados no balanço das relações políticas entre as pessoas e os governos e estados, especialmente tentando proteger a dignidade a liberdade e a igualdade das pessoas face ao relativamente enorme poder do Estado, e partindo do princípio de que todos os seres humanos nascem com direitos iguais por possuírem a mesma natureza humana.

 Outro assunto que devemos abordar nesta apresentação, e que de fato constitui o eixo principal, seria a relação e o engajamento, até heroico, de lideranças, leigos e clérigos, e instituições cristãs, na defensa e luta pelos direitos humanos. E parece paradoxal em nossos dias esse engajamento se temos em conta que a preocupação e o movimento pelos direitos humanos, como hoje o entendemos, não nasce de iniciativa cristã. Certamente nasce com a modernidade e se desenvolve fora e à margem da Igreja, e muitas vezes em oposição a ela.

 Então a pergunta central que norteará nossa apresentação poderia ser: Como se explica, então, hoje, esta adesão dos cristãos aos direitos humanos, onde encontram a força e a motivação?

 Porém, antes de entrar a refletir a partir dessa pergunta central, considero importante realizar uma breve caminhada ao passado para mergulhar nas origens dos direitos humanos.

 A origem dos direitos humanos

O movimento dos direitos humanos tem sua origem na modernidade. Lá, no final do século XVIII, e no meio da revolução industrial, acontece a Revolução Francesa. E a Revolução Francesa teve seu programa e documento central na “Declaração dos Direitos do Homem” (27/8/1780). Uns anos antes, em 1776, os Estados Unidos da América, tinha produzido, em sua “Declaração de Independência”, uma declaração de princípios muitos semelhante.

 Por um lado, “A Declaração de Independência dos Estados Unidos” afirma a origem divina desses direitos quando se postula que “todos os homens são iguais, porque Deus os dotou com os mesmos direitos”. Por outro lado, ainda que a Declaração dos Direitos do Homem da Revolução Francesa não menciona o Deus Criador, falando apenas do “Ser Supremo” transparece nela sua herança religiosa quando declara que esses direitos são sagrados e invioláveis.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Introdução à Nova Ordem Mundial, de Alexandre Costa


Quer entender mais sobre os Globalistas e a Nova Ordem Mundial? Uma boa pedida é o livro “Introdução à Nova Ordem Mundial” de Alexandre Costa, que chega em sua segunda edição pela Vide Editorial. Nele, o autor se propõe a fazer uma introdução ao assunto sem entrar em teorias conspiratórias ou fatos que não podem ser comprovados. Afinal, se uma sociedade secreta (ou discreta) possui intenções ocultas, como poderíamos esmiuçar seus planos sem entrar em conspirações impossíveis de comprovação?
Por isso, podemos dizer que Alexandre Costa construiu seu livro em forma de guia, de modo que, tanto quem está familiarizado com o tema, quanto quem nunca leu sobre o assunto não encontra dificuldades em compreender cada tópico levantado.
O livro (…) poderia levar o título de ‘O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota útil do globalismo” Olavo de Carvalho
Logo no primeiro capítulo, Alexandre Costa nos lembra que a ideia de um governo mundial é antiga. Desde Sargão da Acádia (Século XXIII a.C.) até os dias atuais, mentes vislumbram em um governo global a solução para os males da humanidade. E aí entra a questão: Com o fim dos Estados Nacionais e das legislações locais, quem assumiria o governo global? Os globalistas têm essa resposta: Eles mesmos! Ou seja, o globalismo antes de tudo é um projeto totalitário e autoritário de proporções mundiais.
No livro, a “Nova Ordem Mundial” é definida como um conjunto de ações que visam a implantação de um governo global. O autor compila três importantes movimentos globalistas distintos que ocorrem simultaneamente. Às vezes aliados de ocasião, os movimentos possuem como meta a destruição da civilização ocidental, para em seguida implantar uma Ditadura Mundial. São eles:
O Movimento Comunista Internacional
Liderado por Rússia e China (sob a nova face do Eurasianismo), o coletivismo conta com o Foro de São Paulo, os partidos comunistas/socialistas europeus e os regimes ditatoriais coletivistas da África como aliados naturais. Seus acordos de cooperação, suas jogadas no Conselho de Segurança da ONU, a movimentação financeira entre Estados desse eixo e suas votações nos organismos internacionais refletem essa parceria.
O Islamismo
“O Islã só estará completo quando o último homem da Terra for convertido.” Talvez a maior ameaça à moral judaico-cristã do ocidente, o avanço do Islamismo está sendo manipulado, pelo dinheiro do petróleo e dos globalistas, para a destruição do Estado de Israel e um futuro conflito com o Ocidente. Ao longo do livro vemos que várias crises são gestadas para acelerar os propósitos da Nova Ordem Mundial e que “uma grande crise” como um choque entre o “judaísmo-cristianismo” e o “islamismo” está sendo fomentada (a manipulação midiática do conflito entre Israel e as forças terroristas abrigadas dentro do futuro Estado Palestino é um exemplo).
Trecho do livro “David Rockfeller diz que a Nova Ordem Mundial irá emergir do caos. Pior: diz ele que para a população aceitar a Nova Ordem Mundial, falta apenas a crise certa.”
Os Globalistas
Apontados pelo autor como a “face mais conhecida daquilo que chamamos Nova Ordem Mundial”, os globalistas são compostos pelos grandes banqueiros e financistas internacionais, suas corporações, suas fundações que interferem na mudança das legislações locais e suas organizações políticas sem caráter oficial que atuam de forma decisiva na geopolítica global como: o Federal Reserve (que não é reserva e muito menos federal, e é de forma despropositada chamado de o Banco Central dos EUA), a Comissão Trilateral, o CFR, o Clube Bilderberg, o Diálogo Interamericano, o Clube de Roma, o Clube de Madrid, Bohemian Club, o Elders e diversas outras organizações.
A destruição da civilização ocidental passa por implodir nossos pilares, identificados pelo autor como: a moral judaico-cristã, o pensamento grego e o direito romano.
Corrompendo a alta cultura, enfraquecendo a ordem jurídica e combatendo a moral judaico-cristã o caminho para o globalismo é pavimentado aos poucos.
No curto prazo, os objetivos das três forças globalistas coincidem. Os financiamentos e as cooperações mútuas são reflexos disso. É fácil identificar no atual governo brasileiro (e em grande parte da oposição parlamentar) uma cumplicidade com essa agenda.
O autor aponta que o fim do indivíduo com a ascensão da mentalidade coletivista segue a “estratégia gramsciana” de Revolução Cultural “com a paciência dos Socialistas Fabianos”. A destruição da capacidade cognitiva, através de “filosofias” que “afastam as pessoas da realidade” é parte importante do projeto. Quem acompanha as vergonhosas políticas do Ministério da Educação e do Ministério da Cultura não tem maiores problemas em compreender o verdadeiro PAC nacional: Plano de Auto-sabotagem Cognitiva.
Controle da imprensa e da informação
Você já ouviu falar na Open Society? Fundada por George Soros, a Open Society coordena no mundo a alteração de legislações locais, políticas públicas globalistas e o maior projeto da história humana de uniformização da informação através do Project Syndicate. O Projetc Syndicate distribui artigos de opinião para 59 línguas diferentes, em 154 países e nos 492 jornais e revistas mais influentes do mundo. Seu poder é tão vasto, que em tiragens impressas chega a 78 milhões de exemplares, atingindo no total (impresso e online) mais de 330 milhões de pessoas! É a maior rede de homogeneização de opinião do mundo! No Brasil, Fernando Henrique Cardoso e Antônio Patriota são colunistas afiliados do Project Syndicate.
Minha conclusão é que, para serem adequadas, as opiniões precisam ser organizadas para a imprensa e não pela imprensa como é o caso hoje.”  Walter Lippman, idealizador do CFR,  em 1992.
Controle populacional, destruição da democracia, destruição da noção de indivíduo, implantação da mentalidade coletivista, controle de alimentos, controle da informação, fim da liberdade de expressão, fim da presunção de inocência, fim da igualdade perante a lei e criação de “categorias de pessoas”, o fim da família, o fim do Estado nacional, a educação infantil a cargo total do globalismo sem interferência da família, o fim da privacidade, o fim da liberdade religiosa; enfim, tudo isso está nos planos da Nova Ordem Mundial. Para saber mais sobre o assunto não deixe de ler Introdução à Nova Ordem Mundial de Alexandre Costa. Afinal, como é lembrado no livro “diante de novos fatos, só os idiotas não mudam de ideia” (Winston Churchill).
Título: Introdução à Nova Ordem Mundial
Autor: Alexandre Costa
Editora: Vide Editorial
Em papel:
Ebook:

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Um novo Rumo




O Brasil caminha para um novo rumo. Percebo que o povo não se ilude mais com a grande midia. Aprendeu a usar a voz como arma e aprendeu a ler nas entrelinhas. Entendeu que família é fundamental e que nem sempre falar mais alto é ter razão. Vamos mudar a nossa história utilizando o que aprendemos no passado. Nada pode ser descartado, principalmente os erros. Somos uma grande nação, em número, em gênero e grau. Nós já sabemos o que devemos fazer: Usar aquilo que nos foi tomado, a dignidade. Temos direitos adquiridos por mãos fortes e não devemos fugir à luta. No momento ainda somos soldados perdidos em campo de batalha, distraídos por pão e circo. Mas vamos nos reunir, já estamos nos reunindo. E vamos tomar as rédeas desta situação. Estamos cansados de ser manipulados e vamos em tom baixo, com grande sabedoria mostrarmos a quê viemos. Vamos deixar de ser chacota internacional e seremos vistos com o país da conquista da verdadeira liberdade. 
Como isso vai acontecer? Usando o poder do voto sem cabresto. Votando em quem oferecer esperança. Votar com a razão e não com o bolso. Não venda seu voto. Isso já nos custou um preço bem alto. Precisamos cortar este mal pela raiz. Precisamos de lares seguros, de empregos, e pra isso precisamos de pulso firme. Pense bem antes de votar. Não desista do seu voto. Não desista do Brasil. O Brasil de nossos filhos está em nossas mãos.
PJ

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

O que é o Congresso Brasil Paralelo?


Brasil Paralelo é um sítio eletrônico brasileiro de conteúdo independente, cuja linha editorial é alinhada ao liberalismo econômico. Fundado em 2016, em Porto Alegre, é caracterizado como mídia independente e, juntamente com outros grupos, tem sido referência no ativismo político digital da denominada "nova direita" brasileira, cuja ascensão tem sido apontada pelos estudos da e PoliticSchool (EPS).
A entidade desde então tem produzido e lançado obras audiovisuais, geralmente no formato filme documentário. Segundo os seus autores, o objetivo é contribuir na melhoria da educação brasileira, sobretudo na formação em Política e História, sem o viés de esquerda — que, para os fundadores, predomina no sistema de educação do Brasil.
Dentre os trabalhos de Brasil Paralelo está um filme documentário sobre o processo de impedimento de Dilma Rousseff, ocorrido em 2016, como esforço de contraponto a narrativa política de que o processo teria sido um golpe de Estado, no sentido de golpe branco. Os diversos filmes disponíveis no sítio eletrônico contam com a participação de políticos, cientistas políticos, analistas políticos, economistas, jornalistas, entre outros formadores de opinião, os quais são denominados no conjunto como "Congresso Brasil Paralelo".
O Brasil Paralelo vendeu milhares de assinaturas para o acesso dos conteúdos por eles produzidos. Segundo os fundadores, o filme do primeiro Congresso Brasil Paralelo, disponibilizado gratuitamente no sítio da entidade, já foi visto por mais de um milhão e quinhentas mil pessoas. No início de 2017 eles já somavam uma rede de mais de 5 mil pessoas assinantes do conteúdo exclusivo disponibilizado nos canais da entidade. Segundo informações não confirmadas pelos fundadores, o grupo teria amealhado 1,5 milhão de reais em apenas seis meses de existência.
O Brasil Paralelo foi fundado em Porto Alegre em 2016.

Em fevereiro de 2017, para o sexto episódio da série de filmes documentários, eles colheram 88 depoimentos com formadores de opinião da direita para lançarem um filme sobre o impeachment de Dilma Rousseff, como contraponto à versão homônima produzida com apoio do Partido dos Trabalhadores (PT), focado na narrativa de que o impeachment foi “golpe”. O título do episódio sexto foi "Impeachment - Do apogeu à queda", cujo lançamento oficial ocorreu em 21 de março de 2017 em São Paulo e Porto Alegre. Na capital paulista, ocorreu no Cinemark Metrô Santa Cruz e após a exibição do filme, houve um debate ao vivo com os seguintes convidados com Henrique Viana, CEO do Brasil Paralelo; Ícaro de Carvalho; Luiz Philippe de Orléans e BragançaHélio Beltrão e Joice Hasselmann. Na capital gaúcha, foi no Cinemark Barra Shopping Sul e também após a exibição houve debate com Lucas Ferrugem, Felipe Moura Brasil, Guilherme Macalossi e Diego Casagrande. Esse foi o primeiro evento presencial do Brasil Paralelo.
Em abril de 2017, o Brasil Paralelo participou da 30.ª edição do tradicional Fórum da Liberdade, considerado pela mídia especializada o maior fórum de ideias da América Latina e referência há três décadas ao pensamento liberal. O evento é promovido pelo Instituto de Estudos Empresariais (IEE) no Centro de Eventos da PUC/RS, em Porto Alegre, e contou com seis painéis, além de palestras especiais com grandes personalidades da política e da academia, como João Doria JrPedro MalanEduardo GiannettiLuiz Felipe Pondé, entre outros. Nesse evento, os representantes de Brasil Paralelo expuseram no salão Unconference o trabalho da entidade na produção de conteúdo e como alternativa de mídia independente. Lá também apresentaram iniciativas práticas de promoção da liberdade, em que o público participante pôde interagir e contribuir com o conhecimento pessoal, know-how, ideias, recursos financeiros, obter feedbacks, entre outros, em projetos de impacto previamente selecionados de cunho social, associativo, econômico ou político.Na edição anterior, o jornalista Diego Casagrande, membro da organização, foi agraciado com o Prêmio Liberdade de Imprensa do Fórum da Liberdade.

Congresso Brasil Paralelo

O congresso tem seis documentários. São eles:
  • Episódio 1: Panorama Brasil — Um raio-x inconveniente
  • Episódio 2: Terra de Santa Cruz — Uma história não contada
  • Episódio 3: A raiz do problema — Como chegamos aqui?
  • Episódio 4: Dividindo pessoas, centralizando o poder
  • Episódio 5: Propostas
  • Episódio 6 (extra): Impeachment — Do apogeu à queda


Assista o filme e entenda: Altamente recomendado!


Depoimentos em vídeo

O congresso conta com mais de 80 entrevistas. Alguns dos entrevistados são:


quinta-feira, 10 de agosto de 2017

O Cristão deve ser Conservador. Entenda.

"Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras jamais passarão." (Mateus 24:35)

Cristão  x Conservador - Muitas pessoas  perguntam se tem diferença entre uma coisa e outra, ou se cristão tem que ser conservador, ou se alguém pode ser conservador sem ser cristão.

Vamos lá!
Muitos cristãos da atualidade não podem nem ouvir o termo “conservador”. Associam-no a farisaísmo, legalismo, fanatismo e posturas extremistas quanto a usos e costumes. Pensam que o conservador é aquele crente retrógrado, inimigo de tudo o que é novo, que parece viver em seu “mundinho”, como se pertencesse a uma religião ascética (cf. Cl 2.23, ARA). Entretanto, à luz da Palavra de Deus, todo salvo em Cristo deve ser conservador. Por quê? Porque conservar, do ponto de vista bíblico, não significa ter uma falsa santidade, estereotipada, que faz dos usos e costumes a causa, e não o efeito. Antes, implica observância à sã doutrina, a qual nos leva a ter santidade interna e externa.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Diferenças Entre o Arrebatamento e a Segunda Vinda


Ao considerarmos a questão do Arrebatamento da Igreja, especialmente o momento em que vai acontecer, é essencial que observemos as diferenças que há entre o Arrebatamento e a Segunda Vinda de Cristo. Creio fortemente que o Novo Testamento indica que a Igreja será arrebatada antes da sétima semana de Daniel. Uma razão-chave é que a Bíblia ensina que o Arrebatamento é um acontecimento distinto da Segunda Vinda de Cristo à terra. Em qualquer consideração sobre a veracidade do momento em que ocorrerá o Arrebatamento, essa distinção é de importância crucial.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Hamas, Israel e Brasil



Tenho acompanhado o que se escreve e se fala sobre o embate entre Israel e o Hamas, e percebo muito nitidamente que a maior parte é devida a um anti-americanismo travestido de anti-sionismo. Por que digo isto? Porque é absolutamente claro o fato de que 99% dos “analistas”, entre eles até professores doutores que se dizem “especialistas”, não conhecem absolutamente nada sobre a realidade histórica, política e cultural daquela região. Imaginem que um escreveu recentemente que nas escolas de Israel se ensina o ódio, mas nas árabes tradicionalmente se ensina o Humanismo; será que ele se esqueceu que o Humanismo é um valor essencialmente ocidental?

Diferenças Irreconciliáveis Entre o Islamismo e o Cristianismo



No início da década de 80, três irmãos – todos muçulmanos ativos e devotos, filhos de um líder da fé islâmica – entregaram a vida ao Senhor Jesus Cristo. Em relação à sua conversão, eles escreveriam, mais tarde: "Nós não mudamos de religião. O sangue de Jesus nos salvou [...]. O que ocorreu foi o gracioso ato divino da redenção".
O pai os repudiou. "Poderia ter sido pior" – escreveram eles – "De acordo com a hadith 9.57, nós três deveríamos ter sido mortos". Eles só voltaram a ver o pai dezessete anos depois, em 1999, quatro dias antes da morte dele. E ele morreu muçulmano.
Hoje em dia, Ergun e Emir Caner são professores cristãos de história eclesiástica e teologia, e autores de um livro extraordinário, intitulado Unveiling Islam (Revelando o Islã, Kregel Publications). O livro está repleto de informações históricas sobre Maomé e a fé islâmica, e esclarece de forma brilhante as diferenças irreconciliáveis entre o cristianismo e o islamismo.

Tempos Difíceis



Os cristãos estão vivendo tempos difíceis. Descontentamento, decepção, desconforto, desencorajamento, desespero, depressão, divórcio, discórdia, desdém, desgosto, dissensão e desobediência são bastante comuns entre os que foram chamados para dar testemunho da glória de Deus e para refletir a imagem de Cristo. Muitos cristãos têm buscado conselheiros profissionais e psicólogos para ajudá-los a resolver os problemas da vida, mas esses problemas parecem estar aumentando.
Os "consumidores" cristãos carregados de problemas também podem escolher entre uma grande quantidade de produtos: livros, conferências e grupos de auto-ajuda – mas os problemas continuam se multiplicando. Quanto mais se trata dos problemas, mais as pessoas se tornam centradas neles. Até aqueles que tentam resolver os problemas da vida com princípios bíblicos, muitas vezes acabam se envolvendo tanto nesses problemas que não alcançam a raiz da dificuldade real. O tratamento dos problemas freqüentemente alcança somente os sintomas superficiais, apenas substituindo-os por outros sintomas. Alguns cristãos vivem de crise em crise. Outros carregam um peso que parece ficar mais e mais pesado com o passar dos anos.

Desnutrição Profética



Quão bom seria o desempenho do seu carro se você removesse dele uma das suas rodas? Você se sentaria em uma cadeira que estivesse sem uma das pernas?
Essas perguntas podem parecer absurdas, mas cada uma tem algo em comum com a outra. Em cada caso, 25% de alguma coisa importante está faltando. E, em cada cenário, você estaria correndo riscos caso se contentasse com menos do que o todo. Nenhuma pessoa razoável teria disposição para escolher se colocar nessas situações.
Então, por que escolhemos considerar a Bíblia de modo diferente do que consideraríamos o carro e a cadeira? Vou fazer a mesma pergunta de outra maneira, mas com maior relevância: “Por que tantos pastores, mestres e ‘líderes cristãos’ escolhem ignorar, ultrajar, abrandar e interpretar mal 25% da Palavra de Deus, os quais representam as Escrituras proféticas?”.
Aqui estão alguns fatos convincentes a serem considerados, da Encyclopedia of Biblical Prophecy [Enciclopédia de Profecia Bíblica], de J. Barton Payne:

terça-feira, 27 de junho de 2017

Ai de mim! Miqueias 7





Miqueias 7




1 Ai de mim! porque estou feito como as colheitas de frutas do verão, como os rabiscos da vindima; não há cacho de uvas para comer, nem figos temporãos que a minha alma deseja.
2 Já pereceu da terra o homem piedoso, e não há entre os homens um que seja justo; todos armam ciladas para sangue; cada um caça a seu irmão com a rede,
3 As suas mãos fazem diligentemente o mal; assim demanda o príncipe, e o juiz julga pela recompensa, e o grande fala da corrupção da sua alma, e assim todos eles tecem o mal.
4 O melhor deles é como um espinho; o mais reto é pior do que a sebe de espinhos; veio o dia dos teus vigias, veio o dia da tua punição; agora será a sua confusão.
5 Não creiais no amigo, nem confieis no vosso guia; daquela que repousa no teu seio, guarda as portas da tua boca.
6 Porque o filho despreza ao pai, a filha se levanta contra sua mãe, a nora contra sua sogra, os inimigos do homem são os da sua própria casa.
7 Eu, porém, olharei para o Senhor; esperarei no Deus da minha salvação; o meu Deus me ouvirá.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Explicações científicas do dilúvio até os dias de hoje



O mundo antediluviano
    O relato dos primeiros capítulos do primeiro livro da Bíblia faz supor que haviam condições climáticas e ambientais bem diferentes no mundo antediluviano.
    Naquela época não havia chuva tal qual a conhecemos atualmente. Apenas um vapor subia da terra através da evaporação e posteriormente regava a superfície terrestre na forma de um orvalho, como diz Genesis 2:6.
    Com base nesse relato do livro de Genesis, as condições do mundo antes do dilúvio eram bem mais favoráveis para o desenvolvimento das espécies.

    A irrigação do solo era feita através de um vapor que subia pela evaporação, condensava-se e posteriormente se precipitava. Em Jó 36:27 e 28, o livro mais velho da Bíblia, existe uma referência ao ciclo hidrológico exatamente nesses termos.

    Naquele processo ideal de irrigação por borrifamento discreto, a água era suficiente para uma manutenção mínima das condições necessárias para a preservação das espécies animal e vegetal.

terça-feira, 6 de junho de 2017

Por que o Feminismo Insulta Mulheres Reais



O movimento feminista conquistou muito nos Estados Unidos. Além da carnificina do aborto, eu suspeito que a conquista mais infeliz seja a destruição da ideia de alcançar a excelência como uma mulher.
Isso pode parecer contra intuitivo. Afinal, as feministas não lutam para que as mulheres possam ter mundos inteiros de oportunidades se apresentando à nossa frente – para que possamos voar alto, ir atrás de nossos sonhos, conquistar, nos destacar? Bem, na verdade, não.
Se você perguntar às pessoas comuns qual é a causa feminista, elas irão responder que é sobre mulheres serem iguais aos homens – sobre garantir que não sejamos tratadas como inferiores, ou cidadãs de segunda categoria. E, claro, se colocado dessa forma, que pessoa sã discordaria, certo? Entretanto, quando a posição feminista é resumida dessa maneira, há um trabalho sorrateiro acontecendo, como que por debaixo dos panos.

O Fruto da Igualdade Feminina

A ideia de que mulheres são iguais aos homens não é uma ideia feminista; é uma ideia cristã. O apóstolo Paulo o disse muito antes que Elizabeth Cady Staton ou Gloria Steinem, quando nos ensinou que em Cristo não há nem judeu, nem grego, escravo ou livre, homem ou mulher (Gálatas 3.28). E ele o disse quase dois milênios antes que o pessoal do direito das mulheres aparecesse.
As feministas tentam levar o crédito por algo que é fruto do evangelho, trabalhando por meio da cultura como o fermento em uma massa. Nós precisamos parar de deixar as feministas agirem como se elas, de alguma forma, alcançaram nossa igualdade. Sociedades não convertidas nunca tratam as mulheres bem, e isso é extraordinariamente fácil de documentar. Mulheres tratadas com respeito é um fruto que cresce em apenas um tipo de árvore, e essa árvore é a cruz.
É claro que, nós, cristãos, cremos que as mulheres são iguais aos homens. Essa crença não é algo que comprometemos pelas feministas, ou que aprendemos delas, na verdade, é um de nossos distintivos. Temos versículos para essas convicções, e sempre tivemos.
O que é igualdade?
Então, o que há de errado com o feminismo? Honestamente, muito se resume a uma luta por definições. O que “igual” realmente significa? Significa “o mesmo”? Um cristão crê que mulheres são diferentes de homens – com diferentes qualidades, habilidades e responsabilidades. Nós não acreditamos que essas diferenças implicam em desigualdade. Uma feminista, por outro lado, crê que a verdadeira igualdade não pode ser alcançada sem semelhança.

Jerusalém, Capital de Israel

A decisão do presidente dos Estados Unidos de assinar o reconhecimento oficial da cidade de  Jerusalém  como a capital de Israel, além ...