sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Os dez mandamentos Illuminati

As Pedras guia da Geórgia formam um monumento em granito localizado no Condado de Elbert, Geórgia, Estados Unidos e nele estão gravados dez frases em oito línguas modernas e uma pequena mensagem, no topo, escrita em quatro antigas línguas que seriam os 10 mandamentos Illuminati:

1. Manter a humanidade abaixo de 500.000.000 em perpétuo equilíbrio com a natureza.
2. Controlar a reprodução sabiamente - aperfeiçoando as condições físicas e a diversidade.
3. Unir a humanidade com um novo idioma vigente.
4. Controlar a paixão - fé - tradição - e todas as coisas com razão moderada.
5. Proteger povos e nações com leis e tribunais justos.
6. Permitir que todas as nações regulem-se internamente, resolvendo disputas externas em um único tribunal mundial.
7. Evitar leis insignificantes e governantes desnecessários.
8. Equilibrar direitos pessoais com deveres sociais.
9. Valorizar a verdade - beleza - amor – procurando a harmonia com o infinito.
10. Não ser um câncer sobre a terra – Deixar espaço para a natureza.




A MARCA DA BESTA



Dentre todos os tópicos da Bíblia, talvez a marca da besta seja o que mais tem suscitado especulações e argumentações ridículas e bombásticas. Cristãos e não-cristãos debatem o significado de seu valor numérico. Mas o que diz, realmente, o texto bíblico? O Número 666: Marca Registrada da Tribulação? A questão central da Tribulação é: Quem tem o direito de governar, Deus ou Satanás? Deus vai provar que é Ele quem tem esse direito. Pela primeira e única vez na história, as pessoas terão uma data limite para aceitarem o Evangelho. Por enquanto, todos podem aceitar ou rejeitar essa mensagem em diferentes momentos da vida; alguns o fazem na infância, outros no início da fase adulta, outros na meia-idade, e alguns até na velhice. Mas, quando vier a Tribulação, as pessoas terão que tomar essa decisão de forma imediata ou compulsória por causa da marca da besta, de modo que toda a humanidade será deliberadamente dividida em dois segmentos. O elemento polarizador será precisamente a marca da besta. A Bíblia ensina que o líder da campanha em defesa da marca da besta será o falso profeta, que está ligado à falsa religião (Ap 13.11-18). Apocalipse 13.15 deixa claro que o ponto-chave em tudo isso é adorar "a imagem da besta". A marca da besta é simplesmente um meio de forçar as pessoas a declararem do lado de quem estão: do Anticristo ou de Jesus Cristo. Todos terão que escolher um dos lados. Será impossível manter uma posição neutra ou ficar indeciso com relação a esse assunto. A Escritura é muito clara ao afirmar que os que não aceitarem a marca serão mortos. O falso profeta vai exigir uma "marca" em sinal de lealdade e devoção à besta, e essa marca será "sobre a mão direita" – não a esquerda – "ou sobre a fronte" (Ap 13.16). Toda a humanidade será forçada a escolher um dos lados: "...todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos" (Ap 13.16). O Dr. Robert Thomas comenta que essa construção retórica "abrange todas as pessoas, de todas as classes sociais, [...] ordenadas segundo sua condição financeira, [...] abrangendo todas as categorias culturais [...]. As três expressões são um recurso estilístico que traduz universalidade".[1] A Escritura é muito específica. O falso profeta vai exigir uma "marca" em sinal de lealdade e devoção à besta, e essa marca será "sobre a mão direita" – não a esquerda – "ou sobre a fronte" (Ap 13.16). A palavra "marca" aparece em muitas passagens da Bíblia. Por exemplo, ela é usada várias vezes em Levítico, referindo-se a um sinal que torna o indivíduo cerimonialmente impuro, e está geralmente relacionada à lepra. É interessante notar que o modo como Ezequiel 9.4 usa a idéia de "marca" é semelhante ao de Apocalipse: "E lhe disse: Passa pelo meio da cidade, pelo meio de Jerusalém, e marca com um sinal a testa dos homens que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela". Nessa passagem, o sinal serve para preservação, assim como o sangue espalhado nas ombreiras das portas livrou os hebreus durante a passagem do anjo da morte, como relata o Livro do Êxodo. Em Ezequiel, a marca é colocada na fronte, semelhantemente à do Apocalipse. Todas as sete ocorrências da palavra "marca" ou "sinal" (gr. charagma) no Novo Testamento em grego, encontram-se no Livro do Apocalipse, e todas se referem à "marca da besta" (Ap 13.16,17; 14.9,11; 16.2; 19.20; 20.4). O Dr. Thomas explica o significado desse termo na Antigüidade: A marca deve ser algum tipo de tatuagem ou estigma, semelhante às que recebiam os soldados, escravos e devotos dos templos na época de João. Na Ásia Menor, os seguidores das religiões pagãs tinham prazer em exibir essas tatuagens para mostrar que serviam a um determinado deus. No Egito, Ptolomeu IV Filopátor (221-203 a.C.) marcava com o desenho de uma folha de trevo os judeus que se submetiam ao cadastramento, simbolizando a servidão ao deus Dionísio (cf. 3 Macabeus 2.29). Esse significado lembra a antiga prática de usar marcas para tornar pública a fé religiosa do seu portador (cf. Isaías 44.5), e também a prática de marcar os escravos a fogo com o nome ou símbolo de seu proprietário (cf. Gl 6.17). O termo charagma ("marca") também era usado para designar as imagens ou nomes dos imperadores, cunhadas nas moedas romanas e, portanto, poderia muito bem aplicar-se ao emblema da besta colocado sobre as pessoas.[2] Alguns se perguntam por que foi usado um termo tão específico para designar a marca do Anticristo. Essa marca parece ser uma paródia do plano de Deus, principalmente no que se refere aos 144.000 "selados" de Apocalipse 7. O selo de Deus sobre Suas testemunhas muito provavelmente é invisível e tem o propósito de protegê-las do Anticristo. Por outro lado, o Anticristo oferece proteção contra a ira de Deus – uma promessa que ele não tem condições de cumprir – e sua marca é visível e externa. Como os que receberem a marca da besta o farão voluntariamente, é de supor que as pessoas sentirão um certo orgulho de terem, em essência, a Satanás como seu dono. O Dr. Thomas afirma: "A marca será visível e identificará todos os que se sujeitarem à besta".[3] Verificação da identidade pela leitura da íris. O Anticristo fará uso da moderna tecnologia. Além de servir como indicador visível da devoção ao Anticristo, a marca será a identificação obrigatória em qualquer transação comercial na última metade da Tribulação (Ap 13.17). Este sempre foi o sonho de todos os tiranos da história – exercer um controle tão absoluto sobre seus vassalos a ponto de decidir quem pode comprar e quem pode vender. O historiador Sir William Ramsay comenta que Domiciano, imperador romano no primeiro século, "levou a teoria da divindade Imperial ao extremo e encorajou ao máximo a ‘delação’; [...] de modo que, de uma forma ou de outra, cada habitante das províncias da Ásia precisava demonstrar sua lealdade de modo claro e visível, ou então era imediatamente denunciado e ficava impossibilitado de participar da vida social e de exercer seu ofício".[4] No futuro, o Anticristo aperfeiçoará esse sistema com o auxílio da moderna tecnologia. Ao longo da história, muitos têm tentado marcar certos grupos de pessoas para o extermínio, mas sempre houve alguns que conseguiram achar um meio de escapar. Porém, à medida que a tecnologia avança, parece haver uma possibilidade cada vez maior de bloquear praticamente todas as saídas. Essa hipótese é reforçada pelo emprego da palavra grega dunétai – "possa" (Ap 13.17), que é usada para transmitir a idéia do que "pode" ou "não pode" ser feito. O Anticristo não permitirá que alguém compre ou venda se não tiver a marca, e o que possibilitará a implantação desta política será o fato da sociedade do futuro não usar mais o dinheiro vivo como meio de troca. O controle da economia, ao nível individual, através da marca, encaixa-se perfeitamente no que a Bíblia diz a respeito do controle do comércio global pelo Anticristo, delineado em Apocalipse 17 e 18. A segunda metade de Apocalipse 13.17 descreve a marca como "o nome da besta ou o número do seu nome". Isso significa que "o número do nome da besta é absolutamente equivalente ao nome, [...]. Essa equivalência indica que, como nome, ele é escrito com letras; mas, como número, é o análogo do nome escrito com algarismos".[5] O nome do Anticristo será expresso numericamente como "666". Calculando o Número.





O Anticristo não permitirá que alguém compre ou venda se não tiver a marca, e o que possibilitará a implantação desta política será o fato da sociedade do futuro não usar mais o dinheiro vivo como meio de troca. Nesse ponto da profecia (Ap 13.18), o apóstolo João interrompe momentaneamente a narrativa da visão profética e passa a ensinar a seus leitores a maneira correta de interpretar o que havia dito. Uma leitura do Apocalipse demonstra claramente que os maus não entenderão o significado, porque rejeitaram a Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Por outro lado, os demais que estiverem atravessando a Tribulação receberão sabedoria e entendimento para que possam discernir quem é o Anticristo e recusar a sua marca. A Bíblia deixa claro que aqueles que receberem a marca da besta não poderão ser salvos (Ap 14.9-11; 16.2; 19.20; 20.4) e passarão a eternidade no lago de fogo. O fato de João usar essa passagem crucial para transmitir sabedoria e entendimento aos crentes, com relação a um assunto de conseqüências eternas, mostra que Deus proverá o conhecimento necessário para que o Seu povo possa segui-lO fielmente. Mas o que essa sabedoria e esse conhecimento permitem que os crentes façam? A passagem diz que podemos "calcular". Calcular o quê? Podemos calcular o número da besta. O principal propósito de alertar os crentes sobre a marca é permitir que eles saibam que, quando em forma de número, o "nome" da besta será 666. Assim, os crentes que estiverem passando pela Tribulação, quando lhes for sugerido que recebam o número 666 na fronte ou na mão direita, deverão rejeitá-lo, mesmo que isso signifique a morte. Outra conclusão que podemos tirar é que qualquer marca ou dispositivo oferecido antes dessa época não é a marca da besta que deve ser evitada. Portanto, não há motivo para os cristãos de hoje encararem o número 666 de forma supersticiosa. Se o nosso endereço, número de telefone ou código postal incluem esse número, não precisamos ter medo de que algum poder satânico ou místico nos atingirá. Por outro lado, temos que reconhecer que muitos ocultistas e satanistas são atraídos por esse número por sua conexão com a futura manifestação do mal. Porém, o número em si não tem poderes sobrenaturais. Quando um crente acredita nisso, já caiu na armadilha da superstição. A Bíblia ensina que não há nenhum motivo para atribuir poderes místicos ao número 666. A Carroça na Frente dos Bois Muitos têm tentado descobrir a identidade do Anticristo através de cálculos numéricos. Isso é pura perda de tempo. A lista telefônica está cheia de nomes que poderiam ser a solução do enigma, mas a sabedoria para "calcular" o nome não é para ser aplicada agora, pois isso seria colocar a carroça adiante dos bois. Esse conhecimento é para ser usado pelos crentes durante a Tribulação. Em 2 Tessalonicenses 2, Paulo ensina que, durante a presente era da Igreja, o Anticristo está sendo detido. Ele será "revelado somente em ocasião própria" (v.6). Ao escolher a palavra "revelado", o Espírito Santo quis indicar que a identidade do Anticristo estará oculta até a hora de sua revelação, que ocorrerá em algum momento após o Arrebatamento da Igreja. Portanto, não é possível saber quem é o Anticristo antes da "ocasião própria". O Apocalipse deixa bem claro que os crentes saberão na hora certa quem é o Anticristo. Como apontamos acima, o Apocalipse não deixa dúvida de que durante a Tribulação todos os crentes saberão que receber a marca da besta será o mesmo que rejeitar a Cristo. Durante a Tribulação, todos os cristãos terão plena consciência disso onde quer que estejam. Nenhuma das hipóteses levantadas no passado, ou que venham a ser propostas antes da Tribulação, merece crédito. Apocalipse 13.17-18 diz claramente que o número 666 será a marca que as pessoas terão que usar na fronte ou na mão direita. Em toda a história, ninguém jamais propôs a utilização desse número em condições semelhantes às da Tribulação, de modo que todas as hipóteses já levantadas a respeito da identidade do Anticristo podem ser descartadas. O mais importante nessa passagem é que podemos nos alegrar em saber que a identificação do futuro falso Cristo ainda não é possível, mas o será quando ele ascender ao trono. Com certeza, aquele a quem o número 666 se aplica é alguém que pertence a uma época posterior ao período em que João viveu, pois ele deixa claro que alguém iria reconhecer esse número. Se nem a geração de João nem a seguinte foi capaz de discerni-lo, isso significa que a geração que poderá identificar o Anticristo forçosamente estava (e ainda está) no futuro. No passado, houve várias figuras políticas que tipificaram características e ações desse futuro personagem, mas nenhum dos anticristos anteriores se encaixa perfeitamente no retrato e no contexto do Anticristo do final dos tempos.[6] A Relação entre Tecnologia e a Marca da Besta.




Muitos têm feito as mais variadas hipóteses sobre a marca da besta. Alguns dizem que ela será como o código de barras utilizado para identificação universal de produtos. Outros imaginam que seja um chip implantado sob a pele, ou uma marca invisível que possa ser lida por um scanner. Contudo, essas conjeturas não estão de acordo com o que a Bíblia diz. A marca da besta – 666 – não é a tecnologia do dinheiro virtual nem um dispositivo de biometria. A Bíblia afirma de forma precisa que ela será: • a marca do Anticristo, identificada com sua pessoa • o número 666, não uma representação • uma marca, como uma tatuagem • visível a olho nu • sobre a pele, e não dentro da pele • facilmente reconhecível, e não duvidosa • recebida de forma voluntária; portanto, as pessoas não serão ludibriadas para recebê-la involuntariamente • usada após o Arrebatamento, e não antes • usada na segunda metade da Tribulação • necessária para comprar e vender • recebida universalmente por todos os não-cristãos, mas rejeitada pelos cristãos • uma demonstração de adoração e lealdade ao Anticristo • promovida pelo falso profeta • uma opção que selará o destino de todos os que a receberem, levando-os ao castigo eterno no lago de fogo. Uma Identificação Traiçoeira.




A marca da besta é uma opção que selará o destino de todos os que a receberem, levando-os ao castigo eterno no lago de fogo. Talvez na história ou na Bíblia nenhum outro número tenha atraído tanto a atenção de cristãos e não-cristãos quanto o "666". Até mesmo os que ignoram totalmente os planos de Deus para o futuro, conforme a revelação bíblica, sabem que esse número tem um significado importante. Escritores religiosos ou seculares, cineastas, artistas e críticos de arte fazem menção, exibem ou discorrem a respeito dele. Ele tem sido usado e abusado por evangélicos e por membros de todos os credos, tendo sido objeto de muita especulação inútil. Freqüentemente, pessoas que se dedicam com sinceridade ao estudo da profecia bíblica associam esse número à tecnologia disponível em sua época, com o intuito de demonstrar a relevância de sua interpretação. Mas, fazer isso é colocar "a carroça na frente dos bois", pois a profecia e a Bíblia não ganham credibilidade ou legitimidade em função da cultura ou da tecnologia. Conclusão O fato da sociedade do futuro não utilizar mais o dinheiro vivo será usado pelo Anticristo. Entretanto, seja qual for o meio de troca substituto, ele não será a marca do 666. A tecnologia disponível na época da ascensão do Anticristo será aplicada com propósitos malignos. Ela será empregada, juntamente com a marca, para controlar o comércio (como afirma Apocalipse 13.17). Sendo assim, é possível que se usem implantes de chips, tecnologias de escaneamento de imagens e biometria para implementar a sociedade amonetária do Anticristo, como um meio de implantar a política que impedirá qualquer pessoa de comprar ou vender se não tiver a marca da besta. O avanço da tecnologia é mais um dos aspectos que mostram que o cenário para a ascensão do Anticristo está sendo preparado. Maranata! (Thomas Ice - Pre-Trib Perspectives - http://www.chamada.com.br) 1. Robert L. Thomas, Revelation 8-22: An Exegetical Commentary (Chicago: Moody Press, 1995), pp. 179-80. 2. Thomas, Revelation 8-22, p. 181. 3. Thomas, Revelation 8-22, p. 181. 4. Sir William Ramsay, The Letters to the Seven Churches (New York: A. C. Armstrong & Son, 1904), p. 107. 5. Thomas, Revelation 8-22, p. 182. 6.Thomas, Revelation 8-22, p. 185.

UNIFICAÇÃO DA MOEDA ELETRÔNICA GLOBAL

O SISTEMA DO GOVERNO MUNDIAL E O CONTROLHE MONETÁRIO DA SOCIEDADE GLOBALIZADA DO NÚMERO 666 Depois de anos de planejamento, pesquisa, e desenvolvimento as instituições financeiras do mundo estão anunciando e antecipando SOCIEDADE GLOBAL SEM DINHEIRO. A habilidade para administrar todas as maneiras de troca monetária está sendo substituída agora por uma tecnologia de microchip ou dinheiro eletrônico. Como já vimos anterirmente a MONDEX é a companhia que provê este sistema sem dinheiro e já tem privilegiado mais de 20 principais nações do mundo. Segundo Chris Beard o "SET-MARK SET" é comparado como um deus egípcio do mal ou Satanás. MARK é a MARCA da Besta 666 que vem junto com o microchip, que pode vir em forma de cartões de crédito, onde se pode usar um dispositivo no seu interior microchip (com os dados de Transferência Eletrônica Pessoal). Esta carteira é classificada segundo o tamanho de cálculos que lhe permite administrar a moeda corrente pessoal com a troca com outros proprietários do cartão. Os cartões também trabalham com a VISTA de NORTEL/BELL 360 telefones, telefones públicos do MILÊNIO, Bancos 24 horas, seu PC, a INTERNET, e negócios on-lines e instituições já estão preparados para o governo do anticristo. (Postado por Chris Beard). Como acontecerá isto? Vejamos: i. Crise no sistema monetário mundial. Tudo indica que com a crise do sistema econônico mundial, o sistema monetrário atual entrará em colapso, e, necessáriamente, deverá surgir um novo sistema mometário global que subistituirá o antigo, para salvar os meios de troca mercantil, e das transações bancárias da "nova ordem mundial". ii. Feriado bancário mundial. Haverá, certamente, "um feriado bancário mundial", comadado pelo BIS -banco controlador mundial - que controlorá os Bancos Centrais (BC´s) dos países componentes de todos blocos econômicos dos países membros. A partir dessa data, as moedas de todos os países perderão seu valor de troca, e as pessoas serão obrigadas a procurarem suas contas correntes em seus Bancos para converterem seus créditos ou débitos por valores correspondentes à "nova moeda eltrônica da nova ordem mundial", sem o que ninguém poderá comprar ou vender, porque perderá seu valor de troca... Assim, quem tiver com o controle do sistema "eletrônico informatizado", com base no ", código eletrônico de barras", ou coisa semelhante, controlará a "economia globalizada" , quando todos serão obrigados a se cadastrar em seus bancos. iii. "Charigma" a marca da besta. Daí precisar de uma "senha" ou código, onde caracterize a "marca registrada" do dono do negócio ou da pessoa, como acontecia com a "marca" (charigma) feita com ferro quente no escravo pelo seu senhor, no Império Romano. Segundo alguns comentaristas, bem informados, foi descoberto que no código de barra eletrônico, já tem inserido em todas as mercadorias no mundo inteiro, três barras maiores destacadas , sem aparecer os números: uma no começo, outra no meio, e outra no fim, indicando ter no contexto três números "seis" invisíveis ou seja 666, que é um número de homem... (Vide código de barras acima) iv. Cumprimento da profecia apocalíptica. Portanto, deverá se cumprir a profecia apocalíptica que diz: "A todos, os pequenos ou grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhe seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguem possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis". Ap. 13.16-18. v. O homem passará a ser um "número" escravizado pelo sistema. No mundo globalizado em que vivemos em direção ao que alguns chamam de "aldeia global", cada vez mais, o cidadão fica vunerável às decisões globais sem ter participação, dentro de um contexto pluralista, relativista, a mercê de um domínio perverso, materialista, sem fronteiras, centralizado. A humanidade vai se tornando, cada vez mais, escrava do poder econômico-político-social, sem Deus, sem esperança no porvir, sem segurança... Por isto que exorta o apóstolo Paulo: "Manda aos ricos deste mundo (kosmos) que não sejam altivos, nem ponham a esperança na incerteza das riquezas, mas em Deus, que abundamente nos dá todas as coisas para delas gozarmos" 1ª Tm 6.17. Conclusão. Não podemos ficar escravos desse sistema malígno dominador! Temos que tomar posição firme ao lado do Senhor dos senhores, atentando para o que disse Jesus: " (...) Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar a um e amar o outro, o se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e às riquesas (Mamom)." Mt 6.24. A quem devemos servir melhor nesta vida? A Deus ou as riquesas (Mamom) ? Devemos servir melhor ao Senhor para não ficarmos escravos das riquesas, sem tempo para servir ao Senhor, e ficarmos desapercebidos na Sua vinda gloriosa... Como disse Jesus em Ap 16.15: "Eis que venho como um ladrão. Bem-aventurado aquele vigia, e guarda os seus vestidos, para que não ande nu, e não se vejam as suas vergonhas". (Continua) >>> http://www.youtube.com/watch?v=XrntbPwrTyI&feature=player_embedded

A GUERRA DA SÍRIA PODE SER O INÍCIO DO FIM!

PJ
A intervenção americana na Síria e as profecias do AT. Damasco é conhecida como uma das cidades mais antigas do mundo habitada continuamente, e é a capital da atual Síria. Pais que sempre teve uma importante participação no conflito árabe-israelense. Presidida por Bashar al-Assad, e predominantemente composta de muçulmanos sunitas e uma pequena parcela cristã. O país vive uma violenta guerra civil desde 26 de janeiro de 2011. Já morreram mais de 70 mil pessoas e quase um milhão de pessoas vivem em campos de refugiados. Isso aconteceu por causa da chamada Primavera Árabe, que começou no final de 2010, quando o ditador da Tunísia foi derrubado e incentivou vários outros países a fazer o mesmo – como, por exemplo, o Egito. Uma grande mobilização nacional e midiática exigiu maior liberdade de imprensa, direitos humanos e uma nova legislação. O conflito deixou de ser político e chegou as vias de fato, o governo reagiu colocando o exército nas ruas e grupos de oposição ao regime de al-Assad se armaram e começaram a combater o governo. Quando viajamos para Damasco, ainda é possível ver vestígios da velha cidade romana, bem como uma via pública que segue o mesmo trajeto da antiga Via Recta (Rua Direita), romana. Foi numa casa que ficava nesta rua que Ananias encontrou Saulo após a miraculosa conversão deste ao cristianismo, perto de Damasco. (Atos 9:10-19) Embora a rua hoje seja bem diferente do que era nos tempos romanos, foi ali que o apóstolo Paulo iniciou sua brilhante carreira como apóstolo de Cristo. No entanto, há uma profecia no livro de Isaías, no capítulo 17 (vs 1-2) contra Damasco, capital de Arã (atual Síria). Segundo estudiosos, esta profecia se cumpriu na história, e a destruição de Damasco já teria acontecido, porém, há um texto posterior, que nos surpreende e parece se conectar com a atual tensão política internacional, onde está escrito: “Ah! O bramido das numerosas nações; bramam como o mar! Ah, o rugido dos povos; rugem como águas impetuosas! Embora os povos rujam como ondas encapeladas, quando ele os repreender, fugirão para longe, carregados pelo vento como palha nas colinas, como galhos arrancados pela ventania. Ao cair da tarde, pavor repentino! Antes do amanhecer, já se foram! Esse é o destino dos que nos saqueiam, essa é a parte que caberá aos que roubam.” (Isaías 17:12-14 NVI) Curiosamente os estudiosos muçulmanos citam um hadith que fala sobre a ligação da cidade de Damasco com a segunda vinda de Jesus, o Livro de Sahih, 41, cuja Hadith 7015 diz: “Allah enviará o Messias filho de Maria. Ele então descerá perto do minarete oriental branco de Damasco, vestido com dois mantos amarelos, apoiado nas asas de dois anjos.” Citei o Corão para lembrar que a Síria é aliada do Irã, um dos, senão o maior opositor declarado de Israel. Acreditam que uma de suas missões proféticas é aniquilar Israel do mapa. Isso foi admitido pessoalmente pelo então presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. Isso parece estar registrado no Salmo 83, quando lemos: “Ó Deus, não te emudeças; não fiques em silêncio nem te detenhas, ó Deus. Vê como se agitam os teus inimigos, como os teus adversários te desafiam de cabeça erguida. Com astúcia conspiram contra o teu povo; tramam contra aqueles que são o teu tesouro. Eles dizem: "Venham, vamos destruí-los como nação, para que o nome de Israel não seja mais lembrado! Com um só propósito tramam juntos; é contra ti que fazem acordo as tendas de Edom e os ismaelitas, Moabe e os hagarenos, Gebal, Amom e Amaleque, a Filístia, com os habitantes de Tiro. Até a Assíria a eles se aliou, e trouxe força aos descendentes de Ló.” (Salmos 83:1-8) Uma liga árabe desta guerra com interesses políticos, financeiros e religiosos, poderia ser composta por: Irã, Sudão, Rússia, Arabia Saudita, Egito, Líbia. Juntos suas iniciais, formam a palavra: ISRAEL. Ainda não sei dizer com absoluta certeza o que tudo isso significa, mas há uma sinalização característica do fim dos tempos. Infelizmente, Damasco também é a casa para muitos dos principais terroristas do mundo. Com grupos como o Hamas e o Hezbollah, entre outros, que montaram seu QG na capital Síria. Por fazer fronteira com Israel, existem indícios de que há um ataque nuclear preparado contra Israel em caso de uma guerra global. O que culminaria no extermínio de Damasco como citado em Isaías. E o tempo final da cidade envolvida nas guerras modernas contra Israel como profetizado por Amós. (Guerras de 48 - 67 e 73) “Advertência contra Damasco: "Damasco deixará de ser cidade; e se tornará um monte de ruínas.” (Isaías 17:1) “Assim diz o SENHOR: "Por três transgressões de Damasco e ainda mais por quatro, não anularei o castigo. Porque trilhou Gileade com trilhos de ferro pontudos.” (Amós 1:3) A tradição escatológica cristã pressupõe que Damasco deve ser destruída antes da volta de Jesus. É interessante saber que muçulmanos concordam com a volta do Messias e possuem profecias relacionadas com Damasco. Mas na escatologia islâmica, a guerra é necessária para a vinda do Messias. O oriente-médio é um barril de pólvora. O extremismo religioso e ideológico impera naquele lugar. Não se encontrará paz por meio da guerra, como professam os americanos. Obviamente essa guerra local se tornará numa guerra global, pois há muitos, muitos interesses em jogo. Internamente, só a guerra civil já matou quase 100 mil pessoas. Parece que o último cavaleiro do apocalipse, o cavaleiro da morte já anda solto, e ceifa suas vítimas. A nós igreja do Senhor, resta orar e discernir os maus dias que virão. Pra mim, é bem claro o vazio da retórica de Obama! Washington quer enfiar pela goela do mundo abaixo que eles fazem estas intervenções militares para combater o terrorismo, disseminar a democracia e defender os direitos humanos. Pura balela política e demente, típico da ideologia americana. Enfim... Que Deus tenha misericórdia do mundo, dos sírios, e de todos os envolvidos na guerra, além de todos nós é claro. Seria esta a guerra do fim dos tempos? Difícil dizer, mas o momento é crítico. Quando penso no contexto global e em todos os sinais e circunstâncias, sou levado a considerar que sim! Tempos difíceis, tempos de tribulação. Levantemos as nossas cabeças, pois a nossa redenção se aproxima. MARANATA SENHOR! REFERÊNCIAS: BRUNO DOS SANTOS (SP 03/09/2013) (Pastor da IAVN e teólogo com especialização em NT e Liderança Ministerial. Professor, conferencista. BÍBLIA SAGRADA AT/NT.

O Cristão deve ser Conservador. Entenda.

"Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras jamais passarão." (Mateus 24:35) Cristão  x Conservador - Muitas pe...